domingo, 20 de junho de 2010

Apresentação

Uma sábia coruja, é pela qual melhor me identifico talvez. A coruja sendo uma ave nocturna, é símbolo do conhecimento racional. Sou uma pessoa que gosta de estudar e fazer uma reflexão sobre todos os aspectos da vida. Se no dia-a-dia algo dá errado, logo procuro forma de corrigir. A coruja não gosta de arriscar, mas vai arriscando, não sem antes avaliar e investindo apenas naquilo que é certo para ela. Tenho grande percepção do oculto, simbolizado também pela coruja.

Sendo introvertido, não tenho quaisquer interesse em estar no meio de multidões, ou de grandes grupos de pessoas (mais de 3/4?!? é grupo);
Sendo sincero e honrado, não gosto de mentiras; Tenho respeito pelo próximo, apenas trato bem a quem bem me trata; sou amigo do meu amigo, os quais de verdade se contam “pelos dedos de uma mão”, não hesitando em trocar a vida pelo de quem se quer bem e que se ama.
Por vezes, algo distraído, acontecendo situações caricatas, como uma vez levar companhia a um concerto (do amigo Zé Pedro: Xutos), e no fim, enquanto me aguardava na entrada, fui buscar o carro, passando depois por ela e nem me ter lembrado que estava ali à minha espera, segui sempre em frente (terá sido certamente um sinal de que essa relação não teria mais desenvolvimentos). lol
Sou uma pessoa calma, contudo algo angustiada quando perante certas situações desagradáveis que vão surgindo no percurso da vida.
Aos fins de semana, que é quando tenho tempo para conviver com os amigos ou simplesmente relaxar, bebo um bocadidinho, ficando extrovertido, fazendo graças, talvez para chamar a atenção.

As qualidades e o que de menos positivo mais percepciono, e que mais importância dou numa pessoa:
O que me atrai numa pessoa é o seu sentido de humor. É indispensável para estar bem com a vida. Não me refiro a pessoas que contam anedotas, essas podem ser insuportáveis. Gosto do humor, do trocadilho, da insinuação, da ironia em relação às coisas do quotidiano, aos comportamentos.
Não suporto a desonestidade nas pessoas, daí não me inserir bem na sociedade dos dias de hoje.
Considero-me demasiado avançado para o tempo em que se vive no presente